Comissão vai averiguar Hospital de Azambuja
A situação envolvendo o atendimento no Hospital de Azambuja foi levantada pelo vereador Eduardo Hoffman (PDT), durante a sessão ordinária na Câmara Municipal de Brusque ontem (18) a noite. O pedetista disse que várias denúncias têm chegado ao conhecimento do Legislativo e que o Poder Público deve realizar uma ação mais incisiva no sentido de resolver o problema.
Para isso será criada uma comissão parlamentar, formada por cinco vereadores e que terá a missão de identificar o que de fato está ocorrendo na unidade. “Estão demorando, segundo relatos da comunidade, de seis a oito horas para atender. A população não pode pagar por essa omissão”, destaca. A criação da comissão deve ser aprovada na sessão ordinária de amanhã (20).
Este foi um dos muitos assuntos abordados durante a sessão de ontem, que teve o horário antecipado em uma hora. Entre os projetos de leis aprovados em primeira discussão e votação está o que dispõe sobre o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cmdca) e Fundo Municipal Para a Infância e Adolescência (FIA). Dois projetos de resolução da mesa diretora também receberam aval. As propostas autorizam o Legislativo a consignar desconto na folha de pagamento dos funcionários, valores correspondentes a atendimentos odontológicos com a Odonto Sharing, empresa prestadora deste tipo de serviço.
Também de autoria do Legislativo, foi aprovado o auxilio financeiro à realização da obra Histórias e Lendas da Cidade Schneéburg, dos jornalistas e escritores Saulo Adami e Tina Rosa, lançado recentemente durante as comemorações do aniversário de Brusque. Ainda de autoria do Legislativo, foram aprovadas as propostas de criação do Dia da Imigração Polonesa em Brusque, marcado para 25 de agosto, além de um que declara de utilidade pública a Associação Beneficente e Recreativa Poço Fundo.
O poder Executivo teve aprovados o projeto de lei que autoriza o aumento de repasses financeiros a algumas Associações de Pais e Professores, um que torna obrigatória a afixação em escolas da rede municipal de cartazes que alertem para os riscos à saúde no uso de bebidas alcoólicas e produtos à base de tabaco.
Outra proposta de origem do Executivo torna obrigatória a colocação de cartazes em todos os estabelecimentos comerciais que vendam bebidas e cigarros sobre a proibição da comercialização dos mesmos para menores de 18 anos.



